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Alocar no legado .NET é alocar sênior de .NET: runtime, build e o jeito que o sistema já falha. “Alguém de nuvem” genérico chega no daily e pede para redesenhar o que o negócio ainda não pode parar. Perfil certo entra no SDK que o time usa, não no slide de hyperscaler.
Abril herda orçamento de nuvem e a tentação de misturar modernização com gap de capacidade. São dois trabalhos. O gap de hoje é a fila do legado. Outsourcing versus contratação direta decide o modelo; o briefing decide o perfil. Errar o perfil é o jeito mais caro de “economizar”.
O que o briefing precisa dizer
- versão do runtime e do SDK;
- como publica (pipeline, pasta, serviço Windows);
- o fluxo que dói (fechamento, integração, lote);
- se há teste e onde;
- o que não está no escopo (migração de provedor, rewrite).
Sem isso, o matching manda gente de cloud porque o pedido veio “modernizar”. Modernizar vem depois do mapa. Sênior de .NET no legado faz o mapa no código. Sênior só de nuvem faz o mapa no console.
O paralelo é squad Python sênior para dado: não aloque “IA” quando o trabalho é pipeline de dado. Aqui não aloque “cloud” quando o trabalho é C# que o usuário já usa.
O que o sênior faz na primeira semana
Build limpo, um bug ou uma fatia no fluxo que dói, nota no repo de como publicar. Não: landing zone, Kubernetes de palco, “vamos para serverless”. Se o cliente quiser nuvem, isso é projeto com hipótese e fatia — e ainda assim alguém precisa manter o .NET no ar.
Alocação sênior para quem decide orçamento fala com o CIO. Este texto fala com quem abre o chamado de alocação: escreva .NET, não “full stack cloud native”.
Cinco dias úteis de entrada, substituição em 48h. Os prazos não corrigem briefing de nuvem para um monolito .NET de folha. Corrigem o matching quando o briefing é honesto.
O que não fazer no matching
Não filtre o perfil por “cloud native” se o ar é um serviço Windows e um banco que só o sênior já restaurou. Não peça certificação de provedor como substituto de domínio. Não misture na mesma cadeira quem sustenta o legado e quem desenha a landing zone — são agendas que se atropelam na daily. O matching honesto cabe numa frase: stack, fluxo que dói, o que está fora.
Como a Tech Coders aloca no legado .NET
No serviço de alocação, o pedido de legado .NET casa com perfil .NET sênior no fluxo do cliente. Não vendemos “alguém de nuvem” como atalho. Cinco dias úteis, 48h de substituição, pessoa no seu repo e no seu daily.
Perguntas frequentes
E se o destino for mesmo a nuvem?
Aí o briefing tem dois perfis ou duas fases: quem sustenta o legado agora e quem desenha a fatia nova. Uma cadeira só com slogan de cloud deixa o sistema no ar sem dono.
Sênior .NET precisa saber o provedor X?
Precisa saber publicar o que vocês têm. Provedor entra se o trabalho for a migração — explícito. Não como filtro genérico que exclui quem conhece o domínio.
Júnior .NET mais barato não tapa o gap?
Tapa digitação. Não tapa o job da sexta nem a integração com o banco que só o sênior já quebrou. O buraco de legado é contexto.
Visual Studio é obrigatório no matching?
Obrigatório é o ambiente que o time usa. Se é Rider, SDK CLI ou VS, diga. Matching contra a ferramenta errada perde a primeira semana.
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